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quinta-feira, março 23, 2006 

Poema para indivudoa da Irmandade

Foi numa tarde esquizofrénica
Que eu a vi passar
Lá ia ela devagarinho
Com o rabinho a dar a dar

Ela olhou para mim de esgueira
Fingindo que não me conhecia
Ouvi de longe entre os dentes
"És tão lindo que me dás azia"

O nosso diálogo foi muito pouco
Pois a timidez prevaleceu
Fui numa ida ao porto
Em que ela me conheceu

Observei-a de cima a baixo
Com os meus olhos de raio X
Agarrei numa viola
E todos gritavam "Bis Bis"

Para ela fiz esta canção
E a canto como ninguém
Não tenho um grande vozeirão
Mas a culpa é da minha mãe

Essa musa tem um nome
Começa em T e acaba em ELMA
Uma individua de cor
Surprise yourself cause it's Telma

Não vale a pena caracterizar
Porque é coisa impossível
Mas se eu fosse o Miguel Ângelo
Não lhe deixava a mona lisa!

Vou terminar em inglês
Em geito intelectual
I've a dream
I wish i have it all



ps: o resto da irmandade que não tenha ciumes, tudo a seu tempo, eu chego para todos!

 

Cultura vs Envergadura

 

Amiguinhos:

Wolf354 

 

És o individuo numero:

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